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DENUNCIA

Deputado levará ao TSE denúncia sobre cartazes contra Flávio em universidade baiana

Deputado afirma que levará denúncia ao TSE após cartazes contra Flávio e vice serem afixados em universidade baiana

07/10/2026 09h52
Por: Redação
Foto/Reprodução
Foto/Reprodução

O deputado federal reeleito Capitão Alden (PL-BA) irá levar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma denúncia sobre cartazes contra o candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), o candidato a vice-presidente na chapa do parlamentar, Alfredo Gaspar (PL).

De acordo com Alden, os materiais foram afixados nos murais da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, no sul da Bahia.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o deputado apresenta as imagens presentes no cartazes, que contém associações de Flávio Bolsonaro ao nazismo, acompanhada da frase “O 22 quer você morto”. 

Outro cartaz menciona uma acusação de estupro de vulnerável contra Alfredo Gaspar.

O deputado baiano disse que irá solicitar apuração de eventuais responsabilidades pela afixação dos materiais, incluindo a conduta de gestores da universidade que, segundo o deputado, teriam permitido a exposição dos cartazes.

“Militância não dá imunidade. Carteirinha de estudante não coloca ninguém acima da lei”, afirmou.

Alden saiu em defesa de Gaspar e citou o rquivamento do pedido de investigação sobre a acusação de estupro de vulnerável.

A decisão foi tomada na terça-feira (6) pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro apontou a “ausência de elementos suficientes” para autorizar a abertura de inquérito.

Além disso, o deputado disse que as acusações contra Gaspar ocorreram devido à atuação dele como relator da CPMI do INSS, além de questionar por que os cartazes não cobram esclarecimentos sobre o destino do dinheiro desviado de aposentados.

“Os autores desse material não representam automaticamente toda a comunidade acadêmica, mas precisam responder pelo que publicam. Querem cobrar políticos, cobrem. Agora, aceitem também ser cobrados. Quem exige transparência dos outros precisa começar contando a história inteira”, concluiu.

 

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